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Londrina vive a política da vergonha

Volta de Rony Alves e Mário Takahashi descredibilizam a cidade

Sem mais delongas. É uma vergonha dois vereadores que tiveram pedido de mandado de prisão, usaram tornozeleira eletrônica, além da acusação de corrupção serem remanejados de volta aos seus cargos. Faltou moral para os vereadores de Londrina e coragem para reconstruir a imagem péssima que o legislativo tem diante da cidade.

A esperança de dias melhores para o londrinense só não foi embora, porque a dignidade do povo é maior que a de todos edis que só pensam em si mesmo.

Por uma ocasião, a Câmara Municipal de Londrina teve a oportunidade de cortar o mal pela raiz. Mas aparentemente, o rabo preso e os conchavos falaram mais alto. Em setembro de 2018, três votos contrários e três abstenções livraram Rony Alves e Mário Takahashi da cassação.

Lembrando que eles eram acusados de corrupção e um, no caso Rony Alves, já chegou a ser preso por ameaça. É unânime o entendimento de que isso por si só já os deixaria na iminência perda de mandato. Mas não foi o que aconteceu.

A política da vergonha está instalada na cidade. Como se não bastasse os dois vereadores sem as mínimas condições de continuarem em seus postos, ainda existem políticos que envergonham Londrina com seus posicionamentos hostis e ataques descabidos a quem quer que seja.

Além de outros figurões que foram pivôs de escândalos nacionais, como André Vargas (ex-PT) e o próprio Beto Richa, londrinense que governou o Paraná.

Londrina vive a política da vergonha. E somente quando ela passar, a cidade voltará a caminhar rumo a seu horizonte próspero e que dê orgulho ao seu povo.

(Anteriormente o texto mencionou que Mário Takahashi havia sido preso. A informação foi corrigida. Ele teve pedido de prisão preventiva negado e teve que usar tornozeleira eletrônica. A atualização aconteceu 20 minutos após a publicação).


  Derick Fernandes é jornalista, empresário e editor-chefe do 24Horas.

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