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Após denúncia, Bancada Negra troca quadro com informação falsa em exposição na Câmara

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Utilizando seu perfil nas Redes Sociais, a Secretária Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Sandra Terena, denunciou uma Fake News que estava sendo propagada em uma Mostra Fotográfica na Câmara dos Deputados, Em Brasília.

Sandra Terena, que é jornalista de formação é conhecida no Planalto como uma mulher de diálogo. Com respeito a Casa de Leis e em tom respeitoso ela denunciou que a Exposição trazia em um dos seus quadros a informação falsa que a SEPPIR tinha sido extinta.

Ela é a primeira mulher indígena da história a assumir a pasta, que segundo ela, “está mais viva do que nunca e estamos trabalhando muito pelos irmãos Negros. A nossa secretária, em dez meses empenhou recursos para a execução de Cisternas em Quilombos na região do semiárido nordestino. Ao todo, 3757 famílias vão ter direito a água. Além disso, disponibilizamos quase R$ 2 milhões para titular terras de quilombos em três estados nordestinos. Foi a maior ação desde 2012 e mais de 600 famílias vão receber o tão sonhado documento de propriedade de suas terras. Neste ano batemos o recorde de estudantes afrodescendentes em Universidades Públicas brasileiras. Não houve nenhum retrocesso nas políticas públicas para a população negra, ao contrário, estamos ampliando. Agora, realmente a Secretária deixou de ser um espaço da extrema esquerda brasileira. A Seppir foi desideologizada e está focada em atender as pessoas lá na ponta. Mais Brasil e menos Brasília. Este é o lema do nosso presidente”, disse Sandra Terena.

Menos de 24 horas após a denúncia da Secretária de Damares, a Bancada do Movimento Negro recuou e retirou o quadro com informações falsas, em meio a CPMI das Fake News. O quadro com Fake News, estava trazendo constrangimento, pois a desinformação de forma oficial feita pelos deputados de esquerda estava explícita.

Quadro com informações corretas foi colocado na exposição – Foto: Divulgação

A nova placa colocada, com aval do deputado Damião Damaceno (PDT-PB), fala que a SEPPIR perdeu o status de Ministério. De fato a Seppir hoje é uma Secretaria Nacional, mas tem sido uma pasta relevante do Ministério de Damares. A crítica dos deputados do Movimento Negro é de que a Seppir abriu o leque para o atendimento a outros povos tradicionais como ciganos, indígenas, marisqueiras, quebradoras de coco-babaçu, pescadores, ribeirinhos entre outras.

O deputado Damião Damasceno, se esqueceu dos povos ciganos que estavam invisíveis para os governos lulopetistas. Damasceno não ouviu o clamor da cigana mais velha da cidade de Souza, na Paraíba, a Dona Tina, que mora em baixo de uma árvore, porque para estes deputados de esquerda, a SEPPIR não deveria os alcançar. Procurado pela reportagem, Damasceno não quis comentar o caso.

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