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Brasil

Celulares adiantam uma hora mesmo sem horário de verão

Horário deve ser reajustado manualmente.

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Foto: Arquivo

Milhões de aparelhos celulares adiantaram em uma hora mesmo sem horário de verão no Brasil. A extinção do horário foi decretada pelo presidente Jair Bolsonaro em abril deste ano. Mas usuários do sistema Android informaram nas redes sociais na madrugada deste domingo (03), que os relógios dos seus celulares adiantaram em uma hora.

Como neste domingo acontece o primeiro dia de prova para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, é necessário que os usuários de smartphone fiquem atentos.

Em comunicado, o Google explica que “todas essas modificações impactam diretamente no Banco de Dados Global da IANA (em português, Autoridade para Atribuição de Números de Internet), que é utilizado por smartphones e dispositivos eletrônicos para garantir que você esteja sempre na hora certa, onde quer que esteja. Na prática, isso significa que alguns celulares possivelmente não tenham a informação necessária para evitar que o relógio dos aparelhos seja alterado automaticamente como se o horário de verão ainda estivesse valendo”.

“Se você tem um compromisso importante que não pode perder no dia 4 de novembro, prepare-se com antecedência definindo manualmente a hora em seu telefone”, sugeriu o Google em comunicado.

Em 20, de outubro, parte da população foi surpreendida pela atualização errônea do horário de verão em celulares e outros dispositivos. O horário foi atualizado automaticamente pelas operadoras de telefonia, já que o horário de verão começava tradicionalmente no terceiro final de semana de outubro.

Criado com o objetivo de economizar energia e aproveitar o maior período de luz solar durante os meses mais quentes do ano, quando os dias também são mais longos, o horário de verão foi adotado no Brasil pela primeira vez em 1931 e implementada em caráter permanente a partir de 2008 e começaria no primeiro domingo do mês de novembro de cada ano, até domingo do mês de fevereiro do ano seguinte, em parte do território nacional. Só haveria mudança em ano que houvesse coincidência entre o domingo previsto para o término da hora de verão e o domingo de carnaval.

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Brasil

Bolsonaro recebe presidente da China em Brasília e assina vários acordos

A bilateral entre os dois chefes de Estado ocorre no âmbito da 11ª Reunião de Cúpula do Brics

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Foto: Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro recebeu, hoje (13), o presidente da República Popular da China, Xi Jinping, no Palácio do Itamaraty, em Brasília. O líder chinês chegou às 11h10 ao prédio onde estão previstas a assinatura de atos e uma declaração conjunta à imprensa.

O encontro entre os dois chefes de Estado ocorre menos de um mês depois de o presidente Jair Bolsonaro visitar a China. Na ocasião, foram assinados acordos e memorandos de entendimento em política, ciência e tecnologia e educação, economia e comércio, energia e agricultura. Agora, os dois países querem aprofundar esse intercâmbio, a confiança política e ampliar a cooperação em diversas áreas.

A bilateral entre os dois chefes de Estado ocorre no âmbito da 11ª Reunião de Cúpula do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. A programação do evento começa nesta tarde com o encerramento do Fórum Empresarial do Brics. Antes, Bolsonaro também se encontra, no Palácio do Planalto, com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.

À noite, de volta a Itamaraty, o governo brasileiro oferecerá um jantar em homenagem aos líderes do bloco, e amanhã (14), também no Ministério das Relações Exteriores, acontecem as sessões plenárias e o almoço de encerramento da cúpula.

CÚPULA

Presidida pelo Brasil, a reunião do Brics tem como lema Crescimento Econômico para um Futuro Inovador. Segundo o Itamaraty, serão discutidos, prioritariamente, temas relacionados à ciência, tecnologia e inovação, economia digital, saúde e combate à corrupção e ao terrorismo. Esta é a segunda vez que Brasília sedia a conferência – a primeira vez foi em 2010. Em 2014, o Brasil também organizou a cúpula, realizada em Fortaleza.

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Brasil

Em Brasília, militantes do PT comemoram com cerveja, fogos e batuque

Em Curitiba, deputada Gleisi Hoffmann deu entrevista em frente à sede da PF

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Foto: Reprodução

Dezenas de militantes e simpatizantes do PT se reuniram em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, para comemorar a decisão que derrubou as prisões em segunda instância, e além de beneficiar a soltura de 4,7 mil condenados, também beneficia a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro pela Justiça Federal do Paraná.

Preso desde 2018, Lula da Silva recorreu várias vezes à justiça alegando inocência, mas não obteve êxito e foi preso em abril de 2018 após ter sido condenado em segunda instância, pelo Tribunal Regional Federal (TRF-4) no Rio Grande do Sul. Desde então, um acampamento se formou nos arredores do bairro Santa Cândida, em Curitiba, de militantes petistas pedindo a soltura do ex-presidente.

FESTA

Após a mudança de entendimento do STF na noite desta quinta-feira (07), fogos de artifício e batuques tomaram conta da praça em frente ao STF. A festa também teve a presença de vendedores de cerveja e espetinhos, além de tendas da CUT.

Lideranças do PT também se fizeram presentes e concederam entrevistas. O ex-ministro e atual deputado Alexandre Padilha (PT/SP) publicou um vídeo nas redes sociais em que mostra a manifestação:

A deputada paranaense e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, também se pronunciou. Ela concedeu entrevista em frente à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, e contou que pedirá a liberdade imediata do ex-presidente na manhã desta sexta-feira (08).

Mais imagens da manifestação em Brasília:

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Brasil

Brasil vota com EUA e Israel para manter embargo econômico a Cuba

Foi a primeira mudança de posicionamento do país após 27 anos.

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Donald Trump e Jair Bolsonaro em Washington - Foto: Reuters

O Brasil votou hoje (7), pela primeira vez, a favor do embargo econômico, comercial e financeiro a Cuba. A votação, que ocorreu por meio de painel eletrônico durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, foi sobre projeto de resolução apresentado por Cuba condenando o embargo imposto pelos Estados Unidos desde 1962.

Em sua live semanal no Facebook, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre a posição brasileira. “Pela primeira vez o Brasil acompanhou os Estados Unidos na questão do embargo para Cuba. Então, nós somos favoráveis ao embargo para Cuba, afinal de contas, aquilo é uma democracia? Não é, é uma ditadura, então tem de ser tratada como tal”, disse.

No Twitter, o chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, também comentou o voto brasileiro contrário ao projeto cubano. “Os países em desenvolvimento votam sempre a favor de Cuba. Desta vez o Brasil votou a favor da verdade”, escreveu o chanceler. Além do Brasil, Estados Unidos e Israel votaram contra o fim do embargo.

Desde 1992, a Assembleia Geral da ONU vem sempre aprovando, por ampla maioria, uma resolução que pede o fim do embargo, que foi transformado em lei pelo Congresso americano em 1992. Em 2018, o texto foi aprovado por 189 votos a favor, com votos contrários apenas dos Estados Unidos e Israel, sem nenhuma abstenção.

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