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Facebook, WhatsApp e Instagram apresentam instabilidades nesta quarta-feira

No Twitter, o Facebook informou que está ciente dos problemas, e que está trabalhando para normalizar o mais rápido possível.

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Imagem: Reprodução

Como todos os usuários já devem ter percebido, as redes do sociais WhatsApp, Facebook, Messenger e Instagram estão apresentando falhas desde a manhã desta quarta-feira (3). Os problemas estão afetando usuários de diferentes formas, principalmente nos Estados Unidos, países da América do Sul e da Europa.

Segundo o site DownDetector, até o início desta tarde, milhares de pessoas reportaram problemas de uso dos apps.

No WhatsApp, arquivos de fotos e áudios não são enviados ou se chegam, não podem ser baixados. No Facebook, fotos e publicações apresentam problemas de visualização e publicação. Já no Instagram não é possível atualizar a linha do tempo, nem novas fotos são carregadas.

Em seu perfil no Twitter, o Facebook informou que está ciente dos problemas, e que está “trabalhando para trazer as coisas ao normal o mais rápido possível”.

 

 

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Brasil

Em Brasília, militantes do PT comemoram com cerveja, fogos e batuque

Em Curitiba, deputada Gleisi Hoffmann deu entrevista em frente à sede da PF

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Foto: Reprodução

Dezenas de militantes e simpatizantes do PT se reuniram em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, para comemorar a decisão que derrubou as prisões em segunda instância, e além de beneficiar a soltura de 4,7 mil condenados, também beneficia a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro pela Justiça Federal do Paraná.

Preso desde 2018, Lula da Silva recorreu várias vezes à justiça alegando inocência, mas não obteve êxito e foi preso em abril de 2018 após ter sido condenado em segunda instância, pelo Tribunal Regional Federal (TRF-4) no Rio Grande do Sul. Desde então, um acampamento se formou nos arredores do bairro Santa Cândida, em Curitiba, de militantes petistas pedindo a soltura do ex-presidente.

FESTA

Após a mudança de entendimento do STF na noite desta quinta-feira (07), fogos de artifício e batuques tomaram conta da praça em frente ao STF. A festa também teve a presença de vendedores de cerveja e espetinhos, além de tendas da CUT.

Lideranças do PT também se fizeram presentes e concederam entrevistas. O ex-ministro e atual deputado Alexandre Padilha (PT/SP) publicou um vídeo nas redes sociais em que mostra a manifestação:

A deputada paranaense e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, também se pronunciou. Ela concedeu entrevista em frente à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, e contou que pedirá a liberdade imediata do ex-presidente na manhã desta sexta-feira (08).

Mais imagens da manifestação em Brasília:

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Brasil vota com EUA e Israel para manter embargo econômico a Cuba

Foi a primeira mudança de posicionamento do país após 27 anos.

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Donald Trump e Jair Bolsonaro em Washington - Foto: Reuters

O Brasil votou hoje (7), pela primeira vez, a favor do embargo econômico, comercial e financeiro a Cuba. A votação, que ocorreu por meio de painel eletrônico durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, foi sobre projeto de resolução apresentado por Cuba condenando o embargo imposto pelos Estados Unidos desde 1962.

Em sua live semanal no Facebook, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre a posição brasileira. “Pela primeira vez o Brasil acompanhou os Estados Unidos na questão do embargo para Cuba. Então, nós somos favoráveis ao embargo para Cuba, afinal de contas, aquilo é uma democracia? Não é, é uma ditadura, então tem de ser tratada como tal”, disse.

No Twitter, o chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, também comentou o voto brasileiro contrário ao projeto cubano. “Os países em desenvolvimento votam sempre a favor de Cuba. Desta vez o Brasil votou a favor da verdade”, escreveu o chanceler. Além do Brasil, Estados Unidos e Israel votaram contra o fim do embargo.

Desde 1992, a Assembleia Geral da ONU vem sempre aprovando, por ampla maioria, uma resolução que pede o fim do embargo, que foi transformado em lei pelo Congresso americano em 1992. Em 2018, o texto foi aprovado por 189 votos a favor, com votos contrários apenas dos Estados Unidos e Israel, sem nenhuma abstenção.

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Mercosul assina acordo que permite polícia atravesse a fronteira durante perseguição

Acordo foi assinado pelo ministro Sérgio Moro em Foz do Iguaçu.

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Foto: Divulgação

Os ministros da Justiça e Segurança Pública dos países do Mercado Comum do Sul (Mercosul) assinaram nesta quinta-feira (7), em Foz do Iguaçu (PR), proposta de acordo que permite a continuação de perseguições policiais em território estrangeiro. “[o] acordo mostra o nível de confiança entre os países”, disse o ministro brasileiro, Sergio Moro.

Discutida nos últimos anos no âmbito do bloco, a proposta traz avanços significativos e agora será analisada pelos presidentes dos países do bloco sul-americano. A medida permitirá que agentes policiais cruzem a fronteira de outro país durante uma perseguição a criminosos, mesmo sem autorização prévia, até o limite de 1 quilômetro. Hoje, a perseguição não pode ultrapassar a linha de fronteira.

“O fechamento do acordo para que a gente possa tratar da perseguição policial em área de fronteiras no âmbito do Mercosul é uma medida que, há tempos, nós estávamos perseguindo para deixar claro que as fronteiras físicas não devem servir como obstáculo intransponível à persecução dos crimes”, afirmou Moro.

Participaram do encontro, entre outras autoridades, a vice-ministra de Justiça da Argentina, Maria Fernanda Rodríguez; o ministro do Interior do Paraguai, Euclides Acevedo; o ministro da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai, Arnaldo Euclides Benítez; a vice-ministra da Justiça do Paraguai, Cecilia Perez; a representante do Ministro do Interior do Uruguai, Alejandra Alvares; além de representantes do Chile, da Bolívia, da Guiana e da União Europeia.

Sergio Moro disse que o acordo de cooperação ainda deverá ser aprovado internamente por Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai, antes de entrar em vigor. Entretanto, considera a medida importante porque vai facilitar a troca de informações entre as forças policiais e dará maior segurança jurídica às operações de combate ao tráfico de drogas e de armas e ao crime organizado. “A fronteira não pode ser um muro da impunidade”, salientou. “Por isso, o acordo que assinamos hoje é um avanço e mostra o nível de confiança entre os países.”

Além dos ministros, a cerimônia de encerramento dos trabalhos  contou com a presença do diretor-geral brasileiro  da Itaipu Binacional, Silva e  Luna, do secretário de Segurança Publica do Paraná, Rômulo Marinho, e do secretário de Turismo de Foz do Iguaçu, Gilmar Piolla, e de representantes do Programa El Paccto da União Europeia, da Ameripol, da Organização Internacional para Migrações, e da Agência das Nações Unidas para Refugiados.

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