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Ministro do Uruguai ataca Bolsonaro e contesta impeachment de Dilma

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Filha de Silvio Santos pede demissão do SBT

Nesta quinta-feira (20) a apresentadora do "Bom dia e Cia", Silvia Abravanel, filha de Silvio Santos, surpreendeu a todos com um pedido de demissão. A confusão começou quando Silvia ficou indignada com uma fake news, falando que sua equipe teria ficado dispersa no programa de segunda-feira (17), pois a apresentadora teria faltado. Na quarta-feira (19), Silvia chamou no palco, ao vivo, membros de sua equipe para justificar sua falta. 
Redaçãohttps://www.24horas.com.br
Reportagens da Redação 24Horas
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O governo brasileiro expressou “espanto”, “rechaço” e “perplexidade” por falas do ministro da Defesa do Uruguai, José Bayardi, que questionou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, a eleição de Jair Bolsonaro e a permanência do Brasil no Mercosul.

Em uma dura carta publicada nesta segunda pelo jornal “El Observador” e enviada na sexta passada à Chancelaria uruguaia, conforme a embaixada brasileira no Uruguai confirmou à AFP, o embaixador do Brasil no Uruguai, Antonio Ferreira, disse que recebeu “com absoluta perplexidade” as declarações de Bayardi “por serem levianas e fora de contexto”.

“Se fosse por mim, de repente o Brasil teria que ter sido tirado (do Mercosul) também (bem como a Venezuela), o que significou a última eleição (do presidente de extrema direita Jair Bolsonaro em 2018) e o afastamento da presidenta Dilma Rousseff” de seu cargo em 2016, disse Bayardi no programa local “Quem é quem” que é transmitido pela emissora pública.

O ministro uruguaio respondia dessa forma a uma pergunta na qual questionavam se ele considerava a Venezuela uma ditadura.

Dirigente de longa data do governante Frente Ampla (esquerda), ele assumiu neste ano a pasta da Defesa. Antes de dar sua resposta, tirou do bolso um exemplar em miniatura da Constituição venezuelana.

“Lá (na Venezuela) há um governo que está sustentado em uma Constituição que é a que os venezuelanos escolheram”, garantiu Bayardi para quem o regime de Nicolás Maduro “não” é uma ditadura e o que ocorre é “um marco institucional de muita tensão”.

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