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Brasil

Polícia mata 17 traficantes em confronto em Manaus

Nenhum policial ficou ferido

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Foto: Divulgação / PMAM

Um confronto entre policiais militares e integrantes de uma facção criminosa na madrugada de hoje (30) resultou na morte de 17 traficantes na zona sul de Manaus, que se preparavam para enfrentar um grupo rival. Segundo o comandante-geral da Polícia Militar (PM), coronel Ayrton Norte, a operação foi bem-sucedida. Nenhum policial ficou ferido.

“Até o momento, a informação que temos é de que eles [traficantes] tentavam entrar na área com um caminhão-baú com aproximadamente 50 homens. A Rocam [Rondas Ostensivas Cândido Mariano] recebeu telefonema e mensagens anônimas [informando sobre a movimentação dos criminosos] e, com o subsídio de informações obtidas com populares das adjacências,  surpreendemos os bandidos na área, onde já tínhamos um trabalho de inteligência sendo feito”, disse o comandante-geral.

Segundo ele, uma primeira troca de tiros foi feita na chegada da Força Tática ao local. Pouco depois, viaturas da Rocam chegaram para dar apoio especializado. O confronto terminou pouco antes das 3h da madrugada.

“Recebemos as informações por meio do disque-denúncia da Rocam. Isso nos ajudou muito. As denúncias foram muito importantes para chegarmos nos meliantes que estavam ali. Apreendemos 17 armas e uma grande quantidade de munição. Eles estavam preparados para um enfrentamento. Eles quiseram entrar no confronto, mas nós saímos vitoriosos”, disse o coronel.

Segundo ele, o local é um beco onde tem ocorrido enfrentamentos. “Eles estavam em uma posição mais vantajosa e abrigados, mas com nosso tirocínio, técnica e preparo profissional, nossos policiais chegaram de maneira precisa e, durante os três confrontos, saímos vitoriosos, sem nenhum policial ferido”, finalizou.

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Brasil

Bolsonaro recebe presidente da China em Brasília e assina vários acordos

A bilateral entre os dois chefes de Estado ocorre no âmbito da 11ª Reunião de Cúpula do Brics

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Foto: Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro recebeu, hoje (13), o presidente da República Popular da China, Xi Jinping, no Palácio do Itamaraty, em Brasília. O líder chinês chegou às 11h10 ao prédio onde estão previstas a assinatura de atos e uma declaração conjunta à imprensa.

O encontro entre os dois chefes de Estado ocorre menos de um mês depois de o presidente Jair Bolsonaro visitar a China. Na ocasião, foram assinados acordos e memorandos de entendimento em política, ciência e tecnologia e educação, economia e comércio, energia e agricultura. Agora, os dois países querem aprofundar esse intercâmbio, a confiança política e ampliar a cooperação em diversas áreas.

A bilateral entre os dois chefes de Estado ocorre no âmbito da 11ª Reunião de Cúpula do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. A programação do evento começa nesta tarde com o encerramento do Fórum Empresarial do Brics. Antes, Bolsonaro também se encontra, no Palácio do Planalto, com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.

À noite, de volta a Itamaraty, o governo brasileiro oferecerá um jantar em homenagem aos líderes do bloco, e amanhã (14), também no Ministério das Relações Exteriores, acontecem as sessões plenárias e o almoço de encerramento da cúpula.

CÚPULA

Presidida pelo Brasil, a reunião do Brics tem como lema Crescimento Econômico para um Futuro Inovador. Segundo o Itamaraty, serão discutidos, prioritariamente, temas relacionados à ciência, tecnologia e inovação, economia digital, saúde e combate à corrupção e ao terrorismo. Esta é a segunda vez que Brasília sedia a conferência – a primeira vez foi em 2010. Em 2014, o Brasil também organizou a cúpula, realizada em Fortaleza.

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Brasil

Em Brasília, militantes do PT comemoram com cerveja, fogos e batuque

Em Curitiba, deputada Gleisi Hoffmann deu entrevista em frente à sede da PF

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Foto: Reprodução

Dezenas de militantes e simpatizantes do PT se reuniram em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, para comemorar a decisão que derrubou as prisões em segunda instância, e além de beneficiar a soltura de 4,7 mil condenados, também beneficia a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro pela Justiça Federal do Paraná.

Preso desde 2018, Lula da Silva recorreu várias vezes à justiça alegando inocência, mas não obteve êxito e foi preso em abril de 2018 após ter sido condenado em segunda instância, pelo Tribunal Regional Federal (TRF-4) no Rio Grande do Sul. Desde então, um acampamento se formou nos arredores do bairro Santa Cândida, em Curitiba, de militantes petistas pedindo a soltura do ex-presidente.

FESTA

Após a mudança de entendimento do STF na noite desta quinta-feira (07), fogos de artifício e batuques tomaram conta da praça em frente ao STF. A festa também teve a presença de vendedores de cerveja e espetinhos, além de tendas da CUT.

Lideranças do PT também se fizeram presentes e concederam entrevistas. O ex-ministro e atual deputado Alexandre Padilha (PT/SP) publicou um vídeo nas redes sociais em que mostra a manifestação:

A deputada paranaense e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, também se pronunciou. Ela concedeu entrevista em frente à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, e contou que pedirá a liberdade imediata do ex-presidente na manhã desta sexta-feira (08).

Mais imagens da manifestação em Brasília:

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Brasil

Brasil vota com EUA e Israel para manter embargo econômico a Cuba

Foi a primeira mudança de posicionamento do país após 27 anos.

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Donald Trump e Jair Bolsonaro em Washington - Foto: Reuters

O Brasil votou hoje (7), pela primeira vez, a favor do embargo econômico, comercial e financeiro a Cuba. A votação, que ocorreu por meio de painel eletrônico durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, foi sobre projeto de resolução apresentado por Cuba condenando o embargo imposto pelos Estados Unidos desde 1962.

Em sua live semanal no Facebook, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre a posição brasileira. “Pela primeira vez o Brasil acompanhou os Estados Unidos na questão do embargo para Cuba. Então, nós somos favoráveis ao embargo para Cuba, afinal de contas, aquilo é uma democracia? Não é, é uma ditadura, então tem de ser tratada como tal”, disse.

No Twitter, o chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, também comentou o voto brasileiro contrário ao projeto cubano. “Os países em desenvolvimento votam sempre a favor de Cuba. Desta vez o Brasil votou a favor da verdade”, escreveu o chanceler. Além do Brasil, Estados Unidos e Israel votaram contra o fim do embargo.

Desde 1992, a Assembleia Geral da ONU vem sempre aprovando, por ampla maioria, uma resolução que pede o fim do embargo, que foi transformado em lei pelo Congresso americano em 1992. Em 2018, o texto foi aprovado por 189 votos a favor, com votos contrários apenas dos Estados Unidos e Israel, sem nenhuma abstenção.

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