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Bolsonaro está fora dos debates da Band, Gazeta e RedeTV!

Médicos não liberaram candidato do PSL para campanha.

SÃO PAULO, SP – Ausente da maioria dos debates do primeiro turno, o candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) não deve enfrentar o adversário nos debates políticos agendados para as próximas semanas. Segundo o Estadão, o médico cirurgião Antonio Luiz de Macedo declarou que ele só poderá voltar para as atividades da campanha a partir da próxima quinta-feira (18). Estão marcados para essa semana e a próximas os na TV Band, Gazeta, RedeTV! e SBT.

“Achamos que não seria recomendável que ele participasse de situações de estresse, em que tivesse quer ficar sentado muito tempo e falar alto”, disse Macedo, pouco antes de embarcar no aeroporto Santos Dumont em direção a São Paulo, após examinar Bolsonaro em sua casa.

Ainda segundo o Estadão, o médico cirurgião diz que a recuperação exige repouso e reposição nutricional. Bolsonaro teria perdido 15 quilos de massa magra desde o ataque em Juiz de Fora (MG). “Ele aguentou um atentado terrível, mas estará liberado, com certeza, a partir da semana que vem. Na quinta-feira, ele deverá ir ao Hospital Albert Einstein para fazermos novos exames e, assim, será liberado para tudo que for necessário”,

FERNANDO HADDAD

O candidato do PT, Fernando Haddad, estava em entrevista coletiva com veículos estrangeiros quando foi informado por sua assessoria sobre a informação de que Bolsonaro não irá participar dos próximos debates. Haddad afirmou que se for preciso irá até a enfermaria para debater com o adversário. “Vamos fazer uma campanha propositiva e demarcar as diferenças entre projetos. Agora, meu adversário precisa participar dos debates. Eu estou disposto a ir até uma enfermaria se for preciso para debater o Brasil. Ninguém pode ser eleito sem apresentar as suas propostas ao povo”, declarou no Twitter.

O petista disse ainda que não pretende estressar Bolsonaro nos debates. “Ele falou que não quer se estressar, eu não vou estressar ele. Vou falar da forma mais calma possível. Vou falar docemente. Não altero a voz. Nem olho para ele se ele ficar com muito receio. Faço o que ele quiser para ele falar o que ele pensa e debater o país. Com assistência médica, enfermaria, em qualquer ambiente.”

Com informações do UOL
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