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Filhos acusam pai de matar, esquartejar e assar mãe em churrasqueira no PR

Filhos acusam pai de matar, esquartejar e assar mãe em churrasqueira no PR

11/12/2018 11h36 Atualizada há 2 anos
Por: Derick Fernandes
Filhos acusam pai de matar, esquartejar e assar mãe em churrasqueira no PR
CURITIBA - Acontece hoje (11) em Curitiba o segundo dia de julgamento de Mauro Sampietri, acusado de matar, esquartejar e assar partes do corpo da esposa em uma churrasqueira em um crime registrado em 21 de janeiro de 2017 em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Claudete Bohme Sampietri, 59, foi encontrada sem cabeça, braços e pernas três dias depois de desaparecer. O casal morava no bairro Weissópolis, em Pinhais, onde o corpo foi encontrado. Mauro nega a autoria do crime, mas os filhos dele com a mulher o acusam de tê-lo cometido. Vizinhos da residência do casal sentiram um cheiro forte de carne queimando na churrasqueira na época do desaparecimento de Claudete, o que leva a polícia a acreditar que o homem assou as partes arrancadas do corpo da mulher. Os órgãos nunca foram encontrados, mas a investigação apurou vestígios de sangue humano em uma faca de açougueiro e na grelha da churrasqueira; em sua defesa, o homem disse que havia machucado a mão, mas os investigadores não acreditaram na versão. Alberto Milech de Oliveira, advogado assistente de acusação, não tem dúvidas quanto a culpa de Mauro no caso. "No primeiro dia, foram ouvidas as testemunhas de acusação, incluindo os filhos, parentes e vizinhos. Todos são categóricos em afirmar que Mauro matou Claudete. Esperamos que o júri se defina pela condenação, até porque está plenamente caracterizado que ele cometeu o assassinato da esposa”, afirmou. No segundo dia de julgamento, serão ouvidas três testemunhas de defesa, além do próprio réu. Depois, ocorrerão os debates entre defesa e promotoria. A expectativa é que o resultado seja divulgado ainda hoje; Mauro está preso e se condenado pode pegar até 30 anos de reclusão. O homem foi detido após depois meses do corpo de Claudete ser descoberto. Ele chegou a ser liberado mais de uma vez, mas a Justiça voltou atrás e determinou sua prisão preventiva em março deste ano. Os filhos do homem foram quem reuniram provas contra o pai, para mantê-lo na cadeia. A advogada Juliana Molina, que também atua na assistência de acusação, diz que os filhos tem medo que Mauro saia da cadeia e lhes façam algum mal. Ainda conforme a advogada, vários aspectos da vida de Mauro indicam que ele é capaz de cometer atrocidades. Existe a suspeita ainda que ele tenha envolvimento no assassinato dos pais em Campinas (SP) no ano de 1997. O crime prescreveu, por ter acontecido há mais de 20 anos, e nada foi provado, mas os parentes tem certeza que ele tem envolvimento nas mortes. O réu ainda possui antecedentes por ameaça. CRIME O cartaz de desaparecimento de Claudete foi divulgado no dia 18 de janeiro de 2017 pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Após três dias, em uma manhã de sábado, o corpo foi encontrado em um matagal. Quase dois meses depois, o Instituto Médico Legal (IML) confirmou a identidade da vítima, resultando na prisão de Mauro. Casado há 30 anos, o casal tem três filhos juntos. Antes do desaparecimento, Claudete viajou para a cidade da família e falou sobre a intenção de se separar, o que não teria sido aceito pelo marido.
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