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Justiça arquiva caso de mulher que foi encontrada morta em prédio no Centro de Londrina

Justiça arquiva caso de mulher que foi encontrada morta em prédio no Centro de Londrina

05/02/2020 13h53 Atualizada há 8 meses
Por: Derick Fernandes
Justiça arquiva caso de mulher que foi encontrada morta em prédio no Centro de Londrina
A Justiça de Londrina arquivou as investigações acerca da morte de Olga Aparecida dos Santos, que morreu ao cair da janela de um apartamento em um prédio no Centro de Londrina, em 25 de junho de 2018. As investigações concluíram que ninguém foi responsável pela morte da mulher. Olga tinha 51 anos, e foi encontrada morta na garagem do edifício Caviúna. Ela morava com o marido no quarto andar do edifício. Testemunhas contaram na época que ouviram uma discussão entre Olga e o marido, Luiz Reis Garcia, e logo depois, três familiares de Garcia chegaram ao apartamento. Os relatos afirmavam que Olga caiu da sacada do apartamento logo em seguida. Luiz Garcia e os familiares chegaram a ser presos suspeitos de feminicídio e fraude processual. Durante toda a investigação, o homem se declarou inocente. A juíza Isabele Ferreira Noronha entendeu que o caso deve ser arquivado, e o marido inocentado, colocando fim à investigação. A decisão foi tomada com base na conclusão do Ministério Público do Paraná (MP-PR) que relatou que as investigações não permitem a conclusão de que houve ato delitivo, ou seja, não há elementos que possam comprovar que houve crime. "Foram meses de muita angústia, muito sofrimento, ainda mais porque essa tragédia familiar foi potencializada. Foi um luto que se estendeu até hoje", concluiu o advogado de Luiz Garcia, Carlos Lameratto.

INVESTIGAÇÃO DOS FAMILIARES

Um dos motivos que fez a polícia desconfiar do marido e dos familiares foi o resultado de um laudo do Instituto Médico-Legal (IML). O documento apontou que Olga morreu devido a queda, e ainda constatou sete lesões no corpo dela, provocadas por um objeto cortante. No entanto, o IML ratificou o laudo, informando que as lesões foram provocadas por uma cirurgia bariátrica, realizada pela vítima semanas antes do ocorrido. Na época, com base nesta correção, a Polícia Civil declarou que não havia crime. Em 2019, a Polícia Civil também havia concluído que não havia provas que comprovassem que Olga Aparecida dos Santos havia sido assassinada, e pediu arquivamento do inquérito.
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