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Justiça determina bloqueio de salário de Rony Alves

O Tribunal de Justiça do Paraná julgou favorável o pedido da Câmara Municipal de Londrina pelo bloqueio do salário do vereador afastado Rony Alves (PTB).

O parlamentar deixou as funções em janeiro do ano passado, quando se tornou investigado em um suposto esquema de cobrança de propina, para aprovação de mudanças no zoneamento urbano em Londrina, a Operação ZR3. Preso em dezembro de 2018 e liberado em janeiro de 2019, Rony passou a ser monitorado por tornozeleira eletrônica.

Em junho deste ano, mesmo afastado do cargo, a justiça havia determinado que a Câmara voltasse a pagar o salário do vereador, além dos atrasados, o que somava um valor de R$ 51.600.

O procurador jurídico da Câmara, Miguel Aranega Garcia explicou, durante uma coletiva, que o argumento do Legislativo para o bloqueio do pagamento, levou em conta o afastamento do vereador, que não está executando seu papel como agente público, logo não deve receber os respectivos subsídios.

 

MP pede que Rony Alves seja monitorado por tornozeleira eletrônica por mais 90 dias

 

 

2 Comentários

  1. Cadeia para Ron Alves e Mario Takahashi, e ressarcimento de valores de toda a participação na gestão municipal de Londrina, obrigação de devolução total desde inicio do mandato, lugar de criminoso é na cadeia.

  2. Os dois vereadores de Londrina investigados neste crime já deveriam estar presos, lugar de bandido é na cadeia, como pode a população votar nestes lixos da politica. Inclusive se for investigar crimes políticos tem muito mais para serem presos, o pior de tudo é que se umas porcarias dessas não ficarem inelegíveis ainda arrisca se a voltar a legislar pois tem um monte de otários que votam nestes trastes, criminosos do colarinho branco de nossa já suja e pior das politicas e políticos do mundo.

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