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Homem agredido em UPA disse que era ladrão e ameaçou enfermeiros

Versão consta em Boletim de Ocorrências registrado por servidor.

O enfermeiro que aparece agredindo um homem no interior da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim do Sol, em Londrina, registrou um boletim de ocorrências na Delegacia de Polícia Civil e explicou a sua versão sobre o caso.

Segundo o registro, a agressão aconteceu depois do paciente ter ameaçado os profissionais da unidade e afirmado que era ‘ladrão’. O enfermeiro disse que perdeu a cabeça depois que o rapaz, cujo a identidade não foi divulgada, deferiu um soco nas costas do servidor.

“Por volta das 19h ele chegou na UPA e foi atendido. Ele já tinha passado pelo ortopedista quando assumi o plantão e não queria ir embora. Depois ele entrou na área interna da unidade e ameaçou os funcionários por causa do atendimento. Pedi para que ele deixasse a UPA, foi o momento que o homem me agrediu com um soco nas costas” – disse o enfermeiro no B.O.

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O vídeo foi gravado no primeiro andar da unidade por outros pacientes que aguardavam atendimento. O enfermeiro pediu para que o homem deixasse a UPA, o que não foi atendido. Houve um princípio de bate boca, foi quando o servidor deferiu o tapa no rosto do homem.

Ainda segundo o boletim de ocorrências, o homem chegou a ser contido por funcionários, mas fugiu do local quando a Guarda Municipal chegou para atender o caso. Ele não foi mais localizado e nem registrou queixa contra o enfermeiro.

AFASTADO

Em nota, o prefeito Marcelo Belinati determinou que o servidor fosse afastado imediatamente das funções. O caso também está sob investigação da Corregedoria Geral do Município, que se necessário, pode demitir o servidor por justa causa.

Ainda conforme Belinati, o episódio é inadmissível e nada justifica a agressão. “Mesmo que ele tenha errado, o correto era ter acionado a Guarda Municipal que as providências legais seriam tomadas na delegacia. Esse tipo de postura dos servidores não será tolerado na minha administração” pontuou.

3 Comentários

  1. O rapaz tem que ser localizado e ver o histórico de vida dele. Não estou aqui prá defender um ou outro, mas tem que ser muito bem investigado, até para que o rapaz não fique com má fama; também não quero dizer jogar a culpa sobre o enfermeiro. Existem formas silenciosas de chamar a autoridade competente, sem que haja necessidade de espancar ou estapear um ser humano. Se for verdade que ele estava chorando, é porque também sentiu na alma os maus tratos. Pelas vestes, deu pra perceber que era alguém carente de muita coisa nesta vida. Estava desacompanhado, o que leva a pensar que é mais um nesta vida, sem nenhuma proteção.
    Não estou dizendo que o rapaz é inocente, mas existem formas de agir, principalmente com essas pessoas que procuram atendimento público.
    Tem que verificar se ele tem o hábito de sair agredindo as pessoas. Ele deve ter uma mãe, enfim, alguém que o conheça com mais profundidade.

  2. O rapaz não fugiu e se quisesse pegar ele teriam pego, pois moro nas imediações da UPA e vi o rapaz andando sentido UPA terminal central pela Leste oeste…..inclusive não sabia do fato ocorrido, mas o que me chamou a atenção e que o mesmo estava parado na calçada escorado no poste e chorando muito alto….em seguida saiu caminhando e esfregavam a cabeça com uma das mãos pq a outra estava toda enfaixada, nao parecia estar fugindo ou se escondendo, pois caminhava normalmente…..mas como ali na redondeza da UPA virou um acampamento de andarilhos e tranqueiras nem dei atencao pois achei que fosse mais uma briga deles como e comum acontecer nessa regiao e ja estamos cancados de solicitar a presença das guarnições e eles falarem que não podem fazer nada…..inclusive já houve até morte numa dessas brigas….não estou tomando partido de ninguém, porém a situação nas redondezas da UPA da Leste oeste está ficando assustadora….

  3. Não quero defender o enfermeiro, mas se o paciente fugiu com a chegada da Guarda Municipal, ele também tem alguma culpa pelo agravamento da ocorrência.
    Ninguém foge da Guarda Municipal ou da Polícia Militar quando se está com a razão.
    Todas as pessoas que falaram para os vários repórteres precisam falar a verdade porque falso testemunho é crime!

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