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EducaçãoParaná

Primeira sessão da Alep é marcada por manifestações

A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) retomou as atividades nesta segunda-feira (5) e a primeira sessão ordinária foi marcada pelas manifestações de professores e funcionários do Processo de Seleção Simplificado (PSS). Eles protestam contra o valor dos salários anunciados pelo governo estadual para a contratação de professores, pedagogos e tradutores e intérpretes de Libras através do PSS.

A sessão durou aproximadamente uma hora. Durante o pronunciamento do secretário-chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, os manifestante gritaram palavras de ordem na galeria e vaiaram o secretário. “É importante que nós estamos nos comunicando com o povo paranaense. Jamais eu esperaria aqui o aplauso dos presentes”, argumentou o secretário da Casa Civil.

O presidente da Assembléia Legislativa do Paraná (Alep), Ademar Traiano, solicitou que os presentes cessassem o barulho, com a negativa, ele encerrou a solenidade. “Dou como lida a peça encaminhada ao governador. Agradeço as autoridades presentes”, finalizou Traiano.

Apesar de ter dado como lida a mensagem do governador, o texto com o plano de governo do Poder Executivo, expondo a situação econômica e administrativa do estado não foi completamente lido.

A reivindicação dos professores

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato), os vencimentos apresentados pelo governo apresentam redução de 13% a cada hora trabalhada em relação às últimas contratações.

Segundo a Secretaria de Estado da Educação (SEED), os funcionários contratados ao longo de 2018 através do PSS receberão vencimento mensal de R$ 3.281 (R$ 2.445 de salário e R$ 826 de auxílio-transporte). Conforme a Seed, o valor está acima do piso nacional para o magistério.

(Com informações do G1)

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