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Professores estaduais fazem paralisação e lembram ato “29 de abril”

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Kátia Pêggohttps://www.24horas.com.br
Kátia Pêggo é jornalista formada pela Universidade Federal de Rondônia. Atua no 24Horas, em Londrina, desde abril de 2019.
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Professores da rede estadual do Paraná paralisaram as aulas nesta segunda-feira (29) em protesto por reajuste salarial, que segundo eles, está congelado há três anos. A data escolhida para a paralisação, lembra o dia em que mais de 200 servidores ficaram feridos durante manifestação no Centro Cívico de Curitiba, em 2015.

Segundo o Fórum das Entidades Sindicais, os servidores estaduais estão sem reajuste desde 2016. Há ainda uma defasagem de 17% em relação a inflação no mesmo período. Assim, o Estado tem deixado de pagar ao servidores, dois meses de salário todo ano.

Em Curitiba, os servidores partiram em caminhada da Praça Santos Andrade até o Palácio Iguaçu, sede do governo estadual, onde devem ser recebidos por integrantes do Governo.

A manifestação atinge cerca de 90% das escolas em todo o Paraná.

ATO “29 DE ABRIL

A data de hoje é lembrada como um dia de violência contra os servidores do Estado.

Em 29 de abril de 2015, por ordem de Beto Richa, governador na época, a polícia partiu contra protestantes que estavam no Centro Cívico, deixando mais de 200 trabalhadores feridos.

Na página do sindicato, o caso é lembrado como um massacre. “Utilizando balas de borracha, bombas de efeito moral e sprays de pimenta, o governo ofereceu um aparato de guerra para garantir que a votação do projeto de lei que retirava os direitos de carreira dos educadores e autorizava a gestão a extinguir a Paranaprevidência, repassando os recursos para o Tesouro do Estado. Trinta e um deputados votaram à favor do projeto de Richa”, relembra o Sindicato dos Professores das Redes Públicas Estadual e Municipais no Paraná.

 

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