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PF apreende R$ 190 mil em operação contra golpe na previdência em Londrina

Dinheiro foi apreendido na casa de um dos investigados.

Foto: Divulgação / PF
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A Polícia Federal cumpriu na manhã desta quarta-feira (12) a 2ª Fase da Operação Recidiva em Londrina. Mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal da cidade foram cumpridos em casa de um dos integrantes do grupo investigado.

Nesta fase da operação, foi realizada análise de todo o material apreendido, além de outras diligências. A PF detectou indícios de que havia muito dinheiro espécie, que seria produto do crime, com os investigados, em locais preparados para a ocultação de dinheiro na casa de um dos alvos.

A equipe conseguiu encontrar o montante que foi apreendido. O valor ainda não foi contado. Ele pode ser devolvido aos cofres públicos quando terminar o processo.

A operação contou com o apoio da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Dinheiro foi apreendido na casa de um dos investigados – Foto: Divulgação / PF

Qualquer cidadão pode ajudar no combate às fraudes contra o INSS. Não há necessidade de se identificar. As denúncias podem ser feitas à Polícia Federal, à ouvidoria do INSS, por meio da central telefônica 135 ou pela página eletrônica www.inss.gov.br, ou ao MPF. As informações são mantidas em sigilo.

O ESQUEMA

Em abril de 2019 foi deflagrada a primeira operação em âmbito nacional a identificar e combater fraudes que exploram a ação civil Pública do Ministério Público Federal, para dar mais rapidez na prestação de serviços pelo INSS.

Ao todo 40 policiais federais atuaram. Segundo as investigações, a organização passou a produzir atestados falsos e documentos formulados por médicos que atestavam doenças que não existiam.

Eles tentavam colocar em prática o benefício de auxílio doença por 60 dias, e após esse prazo, entregavam um novo atestado. Foram encontrados beneficiários com até 15 benefícios renovados. As investigações tiveram início em 2017. O prejuízo ao INSS supera R$ 1,1 mi, podendo ser maior que R$ 3,3 mi.

Com PF