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Justiça autoriza fim de tornozeleira para empresário réu da Operação ZR3

Juiz considerou que investigado já não oferece risco ao bom andamento das investigações do caso

O juiz da 2ª Vara Criminal de Londrina, Délcio Miranda da Rocha, determinou o fim da medida cautelar que obrigava o empresário londrinense José Lima de Castro Neto, um dos 13 réus da Operação ZR3, ao monitoramento por tornozeleira eletrônica.

“Não há mais possibilidade fática de que o fiscalizado configure um risco à produção da prova oral pleiteada pelo órgão acusatório, e tampouco há notícia de que possa influenciar negativamente a oitiva de testemunhas arroladas por outros denunciados. O momento mais crítico da instrução criminal já se consumou”, justificou o magistrado, na decisão publicada na última terça-feira (15).

Castro Neto é acusado de participar do esquema de corrupção que buscou a alteração nas leis de zoneamento da cidade para favorecer particulares. Os vereadores afastados Mário Takahashi (PV) e Rony Alves (PTB) são descritos pelo Ministério Público como os líderes do esquema. Takahashi, inclusive, teve seu pedido para retirada de tornozeleira negado judicialmente na semana passada.

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